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As crianças e os hábitos de leitura na era digital

A Scholastic acaba de publicar o relatório “2010 Kids & Family Reading Report, disponível online para quem quiser aceder. Este relatório, cujo subtítulo é “O virar de página, na era digital”, apresenta os resultados de um inquérito realizado em 2010 junto de 1045 crianças dos 6 aos 17 anos e dos seus pais – num total de 2090 inquiridos –, nos Estados Unidos da América.
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Congresso “Literacia, Media e Cidadania”, em Março de 2011, na Universidade do Minho

Por iniciativa de um grupo de entidades, que integra a Comissão Nacional da UNESCO, o Conselho Nacional da Educação, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social, o Ministério da Educação, a UMIC e o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, vai realizar-se, nos dias 25 e 25 de Março de 2011, no Campus de Gualtar, em Braga, o Congresso "Literacia, Media e Cidadania".
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COMENTÁRIOS DE ENTIDADES LIGADAS À EDUCAÇÃO

“Este projecto é efectivamente uma mais valia: Porque assume um compromisso de qualidade ao contar, na sua estrutura, com um grupo de peritos de reconhecida competência; Porque a participação das empresas, agências de publicidade e o espaço de antena nos media não vão traduzir-se em qualquer vantagem comercial. Como tal, a APN e a direcção do MEDIA SMART concretizaram um programa que reporta a uma genuína preocupação social.” - Professora Paula Garcia

“Todo o investimento na escola e numa educação cidadã, verdadeiramente empenhada na formação de cidadãos livres, capazes de realizar escolhas criteriosas, com sentido crítico sobre a vida da cidade, dotados de competências básicas de interpretação autónoma dos fenómenos da complexidade comunicacional numa sociedade cada vez mais mediática, tem de ser considerado prioritário. Esse constitui o cerne do programa Media Smart.” - Professor Roberto Carneiro

“O alargamento da responsabilidade da escola aos temas da educação para a cidadania tem sido progressivo; é com grande normalidade que as escolas, professores e alunos aderem hoje a iniciativas centradas no ambiente, na solidariedade, na igualdade de género, no desenvolvimento sustentável, no empreendedorismo, entre outras.” - Dra. Isabel Oliveira

“Ser um consumidor esclarecido é, sem dúvida, uma importante mais-valia para a forma como nos comportamos no mundo em que nos inserimos. Todavia, existe todo um outro universo mediático, com o qual nos confrontamos diariamente, que exige o desenvolvimento de capacidades e de competências sem as quais a integração social, em toda a sua plenitude, ficará seriamente comprometida.” - Dra. Teresa Ribeiro
 
     
 

COMENTÁRIOS DE PROFESSORES QUE UTILIZARAM OS MATERIAIS

“Gostei muito de utilizar este programa, é um trabalho inovador e é um desafio para nós."- (Aveiro)

“Permite desenvolver capacidades de observação e desenvolver o espírito critico em relação à publicidade e depois em relação a outros temas."- (Lisboa)

“Gostei muito, pois é essencial ver este tema desde pequenos para que eles possam fazer as escolhas correctas, por exemplo no Natal, e para ensiná-los a separar o útil do prejudicial e ajudá-los a saber ler as entrelinhas."- (Porto)

“Gostei muito, porque vai ao encontro das problemáticas do dia-a-dia, mexe com o real e isso é de interesse tanto para os alunos como para os professores". (Lisboa)

“Os materiais são de fácil utilização, os exercícios estão bem explicados e encadeados."- (Aveiro)

“Os alunos gostaram bastante porque foi usado o DVD e revistas que são materiais diferentes do que estão habituados e eles ficam empolgados; e porque também puderam mostrar conhecimentos que têm - saber não escolarizado."- (Porto)
 
     
 

COMENTÁRIOS DE APOIO DE OUTRAS INSTITUIÇÕES

“There is a Media Smart campaign for example, which is basically designed to put into schools material that would teach children at an early age to understand the difference between commercial communications and an average cartoon or piece of fiction. I think that’s very valuable.”- Robert Madelin, European Commission Director General for Health and Consumer Protection, July 2006

“Young people represent both an important audience and a future audience to the different media players. It is important for them to acquire the necessary skills to enable them to interpret the different messages and make informed choices. In this area a number of different commercial strategies are used, such as product placement, sponsorship, direct marketing, data mining and branding across different media platforms. Not all of these messages are aimed specifically at children but the skills acquired can be used to decipher and evaluate all information. It could be useful in the context of the discussions on the new media services Directive to exchange best practices on education on commercial communications with a view to proposing them as na alternative to bans of certain practices”- DG INFSOC Expert Group on Media Literacy, 20 June 2006
 
     
 

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Nova "Linha Ajuda" sobre segurança na Internet

Esta linha tem como objectivo principal prestar atendimento telefónico e online a jovens, professores, pais e encarregados de educação em matérias relacionadas com a segurança na Internet.

 
     
     
 

Nova "Linha Ajuda" sobre segurança na Internet

Informação veiculada pela DGIDC

(Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular)


A Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação (FDTI), que é parte integrante do consórcio Internet Segura ao qual pertence a iniciativa SeguraNet do Ministério da Educação, lançou no dia 1 de Junho de 2011, a "Linha Ajuda". Esta linha tem como objectivo principal prestar atendimento telefónico e online a jovens, professores, pais e encarregados de educação em matérias relacionadas com a segurança na Internet.


Este novo serviço abrange diferentes temáticas, nomeadamente a segurança no computador pessoal; a navegação inteligente/crítica; a produção e disseminação de conteúdos, e os direitos de autor.

 

Trata-se de um projecto co-financiado pela Comissão Europeia, já que, para além de inserido no consórcio português Internet Segura, faz também parte do projecto europeu Safer Internet.

 

Com efeito, a nova "Linha Ajuda" vai estar disponível em três modalidades de contacto para obtenção de informação para quem quiser saber mais - ligação telefónica, email e site, conforme indicado em baixo:


- Site: http://linhaajuda.internetsegura.pt

- Correio electrónico: linhaajuda@internetsegura.pt

- Telefone: 808 91 90 90


No comunicado divulgado a FDTI reforçou ainda que «o serviço da «Linha Ajuda» abrange todos os assuntos relativos à utilização segura das tecnologias em linha, incluindo problemas relacionais no seio familiar ou entre pares, bullying e exploração imprópria e indigna das crianças e jovens, estando também preparado para encaminhar situações, que aparentem ser gravosas, para as entidades competentes.»

 

Baseada no texto publicado por: Fábio Ribeiro

Em: comedu.blogspot.com

 
     
     
 

Iliteracia digital dos professores

Foi recentemente divulgado o relatório Horizon Report 2011, realizado pelo New Media Consortium (NMC) e pelo Consortium for School Networking (CoSN). Este trabalho incide principalmente nas tecnologias emergentes que terão impacto na educação a curto prazo nos diferentes níveis escolares: do pré-escolar ao 12º ano.

 
     
     
 

Iliteracia digital dos professores, diz relatório

 

Foi recentemente divulgado o relatório Horizon Report 2011, realizado pelo New Media Consortium (NMC) e pelo Consortium for School Networking (CoSN). Este trabalho incide principalmente nas tecnologias emergentes que terão impacto na educação a curto prazo nos diferentes níveis escolares: do pré-escolar ao 12º ano.


O documento apresentado identifica cinco desafios críticos para as tecnologias educativas, e cinco tendências emergentes consideradas "chave" no panorama actual.

 

No que diz respeito à iliteracia mediática digital dos docentes, - que, conforme indicado em baixo é o primeiro dos cinco desafios - o relatório refere: "O desafio é devido ao facto de que, apesar do amplo consenso sobre sua importância, a formação em competências de literacia e técnicas digitais é raro na formação de professores e nos programas de desenvolvimento profissional das administrações escolares. Além disso, quando os professores têm acesso a formação focada na tecnologia ela incide sobretudo no lado efémero da literacia digital - tecnologias específicas e do momento, em vez de conceitos de tecnologia".

 

Cinco Desafios Críticos

  • 1. Iliteracia digital entre os professores;
  • 2. As pressões económicas e novos modelos educacionais;
  • 3. Falta de apoio à aprendizagem personalizada;
  • 4. Resistência institucional à mudança;
  • 5. Incapacidade para conectar as aprendizagens extracurriculares dos alunos às atividades de aprendizagem em sala de aula.

 

Cinco Tendências Emergentes

  • 1. Abundância de recursos on-line;
  • 2. Descentralização das TI;
  • 3. A exclusão digital como uma função da educação, não da riqueza;
  • 4. Fácil e atempado acesso à tecnologia;
  • 5. Adesão à inovação.

 

Para saber mais sobre o relatório, pode aceder através do link: The NMC Horizon Report: 2011 K-12 Edition

 

Baseado em artigo publicado por: Manuel Pinto

Em: comedu.blogspot.com

 
     
     
 

A formação do público dos media

Faz cada vez mais falta promover a alfabetização mediática dos cidadãos. E faz falta para que não comam e calem o lixo televisivo, as meias verdades do jornalismo, as pseudo-notícias repetidas até à náusea, o parti-pris apresentado sob a capa do rigor e o silenciamento do que incomoda ou que dá trabalho averiguar.

 
     
     
 

A formação do público dos media

Faz cada vez mais falta promover a alfabetização mediática dos cidadãos. E faz falta para que não comam e calem o lixo televisivo, as meias verdades do jornalismo, as pseudo-notícias repetidas até à náusea, o parti-pris apresentado sob a capa do rigor e o silenciamento do que incomoda ou que dá trabalho averiguar.

A alfabetização mediática tem sido definida, nomeadamente pela União Europeia, como "a capacidade de procurar, compreender, avaliar com sentido crítico e criar conteúdos nos meios de comunicação". É uma definição insuficiente, por sobrevalorizar os conteúdos, em detrimento dos contextos, recursos, valores e referenciais éticos. Mas constitui um ponto de partida importante, que urge trazer para os lugares cimeiros das preocupações educativas e culturais, em tempo de fortíssima mediatização.
No próximo dia 23, completam-se 40 anos sobre a publicação da "Communio et Progressio", um documento desejado pelo Concílio Vaticano II, que continua a ser inspirador da acção pastoral, política e comunicativa. Nele se enfatiza o papel e a força que o público pode ter na melhoria da qualidade da comunicação social, sobretudo quando se organiza para fazer ouvir a sua

voz.  "O público  - nota o ponto 82º - assume um papel activo no processo de comunicação social, sempre que criticamente julgar as notícias recebidas, tendo em conta a sua fonte e contexto; sempre que souber completar notícias parciais, com elementos colhidos noutras fontes; sempre que, enfim, não tiver medo de manifestar claramente as suas reservas, acordo ou completo desacordo com as comunicações recebidas".
Como é, todavia, evidente, a credibilidade e eficácia da acção do público supõe a formação de utilizadores esclarecidos e críticos. É mais fácil vociferar contra os media do que reconhecer que eles estão aí, cativam e influenciam, sendo para muitos um factor crucial nas relações sociais e na abertura de horizontes ao quotidiano.

A presença da educação para a comunicação social faz falta nas escolas e noutros contextos formativos extra-escolares. Nisto a Igreja poderia ter um papel pioneiro se, através da formação dos seus agentes de pastoral e dos seus colégios, apostasse a fundo nesta dimensão, como determina, de resto, a "Communio et Progressio" (pontos 102 a 113). Porque este é um terreno estratégico e sensível do diálogo entre a fé e a razão, entre a Igreja e o mundo.

 
     
     
 

As crianças e os hábitos de leitura na era digital

A Scholastic acaba de publicar o relatório “2010 Kids & Family Reading Report, disponível online para quem quiser aceder. Este relatório, cujo subtítulo é “O virar de página, na era digital”, apresenta os resultados de um inquérito realizado em 2010 junto de 1045 crianças dos 6 aos 17 anos e dos seus pais – num total de 2090 inquiridos –, nos Estados Unidos da América.

 
     
     
 

As crianças e os hábitos de leitura na era digital

 A Scholastic acaba de publicar o relatório "2010 Kids & Family Reading Report, disponível online para quem quiser aceder. Este relatório, cujo subtítulo é "O virar de página, na era digital", apresenta os resultados de um inquérito realizado em 2010 junto de 1045 crianças dos 6 aos 17 anos e dos seus pais - num total de 2090 inquiridos -, nos Estados Unidos da América.

O estudo desenvolvido concentra-se principalmente na aferição de "atitudes e comportamentos das crianças e dos seus pais relativamente à leitura não obrigatória de livros e o modo como a tecnologia pode estar a influenciar e a mudar" tais atitudes e comportamentos".


A Scholastic é uma editora e empresa educativa de media, que há cerca de 90 anos que prossegue a sua missão de ajudar as crianças de todo o mundo a ler e a aprender, reconhecendo que a literacia é "a pedra angular do crescimento intelectual, pessoal e cultural das crianças".

Para consultar a versão portuguesa do resumo deste estudo e dos resultados, basta clicar AQUI)

 

 
     
     
 

O Media Smart na televisão nacional

A Escola Básica 2/3 Eugénio dos Santos, em Lisboa, foi palco da mais recente reportagem sobre o Programa Media Smart.

 
     
     
 

O Media Smart na televisão nacional

 

A Escola Básica 2/3 Eugénio dos Santos, em Lisboa, foi palco da mais recente reportagem sobre o Programa Media Smart.

Cerca de 25 alunos tiveram uma aula especialmente dedicada ao Media Smart, composta por uma primeira parte, sobre publicidade não comercial, e a segunda, dedicada à publicidade comercial.

As professoras Sónia Peixoto e Gabriela Sousa prepararam a aula e dedicaram cerca de 50 minutos lectivos à apresentação destes novos conceitos que pretendem dotar os mais pequenos com novas competências no que diz respeito à desconstrução das mensagens publicitárias e ao desenvolvimento do espírito crítico face à publicidade.

A presença da equipa da SIC no local entusiasmou ainda mais os alunos de 5.º ano (com idades entre os 9 e os 10 anos) que puderam falar para as câmaras de televisão sobre esta nova aprendizagem no âmbito do Media Smart, sobre o que gostam mais nos anúncios e sobre as causas que, por exemplo, a publicidade não comercial pretende divulgar.

Através desta peça foi possível dar a conhecer um pouco mais do Media Smart ao grande público, que pode assistir em prime time a um pequena parte desta aula e desta experiência.

 
     
     
 

Concurso Media Smart gera grande interesse nas escolas

Numa altura em que conceitos como «media literacia» e «educação para a cidadania» ganham especial relevância nos órgãos de comunicação social, importa reflectir sobre a sua presença na sociedade e de que forma podem ser, de facto, um contributo para o bem comum.

 
     
     
 

 

Numa altura em que conceitos como «media literacia» e «educação para a cidadania» ganham especial relevância nos órgãos de comunicação social, importa reflectir sobre a sua presença na sociedade e de que forma podem ser, de facto, um contributo para o bem comum.

 

Por um lado, sabemos que são ainda escassas as iniciativas dedicadas a este tema e que esta maior consciência resulta das recomendações internacionais que agora chegam a Portugal. Por outro lado, a APAN tem, desde há bastante tempo, dedicado especial atenção a este tema, tendo por isso implementado o programa Media Smart no nosso país.

 

Hoje, três anos depois do seu lançamento, o programa já atingiu uma excelente penetração nas escolas de todo o país  (presente em cerca de 41% das escolas) mas tem ainda forte potencial de crescimento junto da comunidade escolar. É precisamente pela sua vocação para o público infantil que este programa tem assumido um papel significativo na formação e educação dos mais novos para a media literacia e, por conseguinte, para uma participação mais activa na sociedade.

 

Um pressuposto fundamental desta iniciativa é o facto de ter sido construída a pensar num público mais vulnerável, sensível e exposto aos media e à publicidade. Daí ser tão importante dotar as crianças, desde muito cedo, de ferramentas sólidas que as ajudem a interpretar as mensagens publicitárias, ensinando-lhes as técnicas de construção das mensagens, os objectivos que lhe estão subjacentes e a forma de os atingir.

 

Apesar de tudo, envolver as escolas, motivá-las a integrar novos conteúdos e aplicá-las na sala de aula de forma voluntária tem sido, nesta fase, um verdadeiro desafio. Depois da divulgação do programa, atrair e cativar pais e professores para os benefícios do Media Smart é um dos pilares centrais para o crescimento e consolidação do programa na rede escolar e uma tarefa particularmente árdua, já que depende de uma adesão voluntária e esclarecida das escolas e dos professores.

 

No sentido de promover a utilização do programa dando um sentido prático às aprendizagens criámos recentemente o “Concurso Media Smart” como mais uma das plataformas comunicação e envolvimento dos professores, alunos e pais. Através deste concurso lançámos um desafio concreto às escolas, para desenvolverem campanhas publicitárias de apoio ao desenvolvimento e sucesso escolar, movimentos em que a publicidade pode desempenhar um importante papel de sensibilização e motivação.

 

Na sua essência, o concurso visa pôr à prova as competências adquiridas através da implementação do programa nas escolas e fomentar uma familiarização com o mesmo, dando um sentido prático e útil a essas aprendizagens. Com efeito, o concurso caracteriza-se por um forte equilíbrio entre a vertente pedagógica e expressão artística dos mais novos, estimulando a criatividade e a ligação à comunidade escolar.

 

 A participação das escolas no Concurso Media Smart, e a sua adesão efectiva ao programa, são fundamentais para que, num futuro (cada vez mais) breve possamos estar totalmente familiarizados e conscientes do valor acrescentado que a literacia para os media  representa para uma sociedade mais informada e participada. Da nossa parte continuaremos a investir num programa que, acima de tudo, desenvolve autonomia crítica, preparando as crianças para o mundo que as rodeia  tornando-as cidadãos mais conscientes e mais capazes.

 

 
     
     
 

O andaime e a construção

Se se traduzisse em tempo corrido o contacto diário das pessoas com os media – em particular os mais novos e os mais idosos - ir-se-ia encontrar um valor grosso modo equivalente a um emprego a tempo inteiro.

 
     
     
 

Se se traduzisse em tempo corrido o contacto diário das pessoas com os media - em particular os mais novos e os mais idosos - ir-se-ia encontrar um valor grosso modo equivalente a um emprego a tempo inteiro.
Não é apenas questão dos meios convencionais - imprensa, rádio, televisão, cinema - mas igualmente daqueles que se têm vindo a inscrever nas rotinas do quotidiano: o telemóvel, a Internet, os videojogos ...
Pelos dados disponíveis sobre os mais novos, verificamos que, nos últimos dez anos, o consumo de televisão não se alterou significativamente, sendo superior a duas horas diárias, em média. Não conhecendo nem férias nem fins de semana. Mas, entretanto, na faixa dos 10-15 anos, 91% passaram a aceder à Internet com uma regularidade praticamente diária.
Os dados do INE indicam que são diversificados os usos que esses adolescentes adoptam na web. À cabeça surge, destacada, a realização de trabalhos escolares, o que, em muitos casos, significa uma coisa muito simples: "ir ao Google", digitar uns termos de pesquisa e copiar e colar o que vier à rede. Recentemente, numa escola, a um pedido da professora para que os alunos pesquisassem sobre Gil Vicente, o que "veio à rede" e chegou às mãos da docente foi informação acerca do clube de futebol com o nome do grande dramaturgo.
Esta 'cultura do copy-paste' deveria ser urgentemente objecto de um plano de acção que ajudasse os mais novos (e os mais velhos) a saber pesquisar a informação na Internet, a olhar com atenção para as fontes, a avaliar a sua pertinência e validade. De outra forma, sob a capa do modernismo e da inovação, estar-se-á a formar analfabetos e trogloditas. E o que se diz da informação da web diz-se dos restantes media, relativamente aos quais a ignorância e a vulnerabilidade (e, por conseguinte, os riscos) não são menores.
Programas como o e-Escolas ou e-Escolinhas quiseram massificar o acesso aos computadores portáteis e à banda larga, sob o pretexto da inclusão (não falemos agora da razão mercantil). Isso naturalmente é bom e necessário. Mas fica-se normalmente por aí e quase ninguém faz as perguntas (óbvias) seguintes: " e para fazer o quê?" e "com que formação dos docentes?". Daí que aqueles programas deixem o sabor amargo a obra por fazer. É como se se montasse os andaimes para uma construção e se tomasse aparato dos andaimes pela própria obra a construir.

 Coluna quinzenal do diário digital Página 1

 
     
     
 

Responsabilidade dos media na formação dos públicos

Num discurso pronunciado em Braga, em 2007, o então ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, propôs-se fazer uma "interpelação da informação a partir da cidadania", nomeadamente dos "termos e alcance da responsabilidade dos media".

 
     
     
 

Num discurso pronunciado em Braga, em 2007, o então ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, propôs-se fazer uma "interpelação da informação a partir da cidadania", nomeadamente dos "termos e alcance da responsabilidade dos media". Sublinhou, então, quatro dimensões relevantes de responsabilidade social, a saber: a) a transparência; b) a informação ao público dos processos de produção e divulgação da informação; c) os princípios, valores e normas que regulam a informação livre em sociedades democráticas; d) a responsabilidade profissional do jornalismo. Sobre o ponto da alínea b) explicou o ministro:

"A segunda dimensão da responsabilidade social é a informação ao público dos processos de produção e divulgação da informação. Não é um jogo de palavras. O valor do que se publica depende da validade dos processos seguidos na selecção dos acontecimentos, no acesso às fontes, na comprovação das fontes, na contextualização e interpretação dos dados e por aí adiante. Os media devem contribuir para que o público tenha algum conhecimento e, portanto, alguma possibilidade de apreciação crítica sobre o modo como se definem agendas, se constroem notícias e comentários e se acolhem opiniões, e como nessas operações se respeitam os princípios de independência, objectividade e pluralismo. Ora isso consegue-se de duas formas complementares: ter cada órgão, no relacionamento com a sua audiência, a preocupação de ir dando a conhecer os critérios e métodos que adopta; e estarem as instituições relevantes, dos media às escolas, implicadas no desenvolvimento de capacidades de leitura e uso crítico dos media, ou seja, implicadas no desenvolvimento da educação para a comunicação social".

 Discurso do Ministro dos Assuntos Parlamentares na sessão de encerramento do 5.º Congresso da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (Sopcom), promovido pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, em Braga, em 07-09-2007

 
     
     
 

Aumenta o número de europeus com acesso a serviços públicos online

No relatório 'Europe's 9th e-Government' divulgado no mês passado pela Comissão Europeia percebe-se, entre outros dados, que cresceu o número de cidadãos europeus com acesso a serviços públicos online.

 
     
     
 

No relatório 'Europe's 9th e-Government' divulgado no mês passado pela Comissão Europeia percebe-se, entre outros dados, que cresceu o número de cidadãos europeus com acesso a serviços públicos online. De 2009 para 2010, a média de acesso a estes serviços cresceu de 69 para 82 por cento. A Comissão considera que a decisão de muitos governos em disponibilizar serviços através da Internet "ajuda a reduzir custos nas administrações públicas, bem como processos burocráticos e morosos para empresas e pessoas". Para o organismo europeu, encontrar emprego e fundar uma empresa continuam a ser os dois serviços online mais utilizados pelos cidadãos, em matéria de e-government.

A Comissão Europeia alerta, contudo, para a disparidade existente em muitos países. Por outro lado, e como parte das ambições assumidas na Agenda Digital para a Europa, pretende-se que, até 2015, um em cada dois cidadãos e quatro em cada cinco empresários utilizem os serviços online prestados pelos diversos governos.

A Comissão sublinha ainda que estes dados reforçam os objectivos do Plano de Acção lançado em Dezembro de 2010, que procura desenvolver, em conjunto com os estados-membros, políticas públicas para disponibilizar serviços via Internet.

 
     
     
 

Acaba de nascer: blog sobre Literacia para Mamãs

"Um mundo de dúvidas acompanha os pais desde os primeiros sinais de vida do bebé, ainda no ventre materno, até o momento em que a criança atinge a idade escolar (para alguns essas dúvidas nunca acabam!), na mesma medida em que informações sobre como se proteger e proteger o bebé surgem de todos os lados: através de familiares, amigos e, cada vez mais, dos meios de comunicação".

 
     
     
 

"Um mundo de dúvidas acompanha os pais desde os primeiros sinais de vida do bebé, ainda no ventre materno, até o momento em que a criança atinge a idade escolar (para alguns essas dúvidas nunca acabam!), na mesma medida em que informações sobre como se proteger e proteger o bebé surgem de todos os lados: através de familiares, amigos e, cada vez mais, dos meios de comunicação".
Foi para 'pegar nestas dúvidas e procuras que uma doutoranda em Ciências da Comunicação da Universidade do Minho decidiu gerar um blog a que batizou como "Literacia para mamãs" e com este subtítulo "Sou mãe de um nativo digital!".
"A ideia de trazer para o debate alguns dos desafios impostos pela presença, cada vez maior, dos meios de comunicação na vida quotidiana e como essa ubiquidade dos media impacta no papel da mãe enquanto primeira educadora, surgiu no final do ano passado, no curso das pesquisas para a minha tese de doutoramento em Ciências da Comunicação" explica a autora, Ana Paula Margarido Azevedo.

 
     
     
 

Veja um vídeo da BBC sobre a publicidade comportamental on-line dirigida a crianças

Vídeo realizado pela BBC onde se apresenta o resultado de um estudo da WSJ, relativamente à desproporcionalidade comportamental on-line

 
     
     
 

Disponibilizamos-lhe abaixo um link onde poderá assistir a um vídeo realizado pela BBC, e localizado no seu sitio na internet, sobre a publicidade comportamental on-line (OBA-Online Behavioural Advertising) dirigida a crianças.

http://news.bbc.co.uk/2/hi/programmes/click_online/9379674.stm

Trata-se de um estudo da WSJ argumentando que as crianças são desproporcionalmente visadas pela publicidade comportamental on-line, em comparação com a população em geral, bem como as características do pedido do Euro Deputado Philippe Juvin acerca da publicidade comportamental on-line dirigida a crianças.

O vídeo também menciona, de passagem, o programa Media Smart.

 
     
     
 

A Publicidade agride as nossas crianças

Como poderia uma criança resistir a sessenta anúncios que lhe são destinados durante uma manhã? Essa avalanche de imagens, ostentando brinquedos e refrigerantes coloridos, cremes, roupas e os mais recentes telefones móveis, atingiu pleno vigor. Porquê este surto? Porque a elevada exposição publicitária das crianças é rentável: as crianças, prescritoras e futuras consumidoras, tornaram-se um alvo privilegiado.

 
     
     
 

Como poderia uma criança resistir a sessenta anúncios que lhe são destinados durante uma manhã? Essa avalanche de imagens, ostentando brinquedos e refrigerantes coloridos, cremes, roupas e os mais recentes telefones móveis, atingiu pleno vigor. Porquê este surto? Porque a elevada exposição publicitária das crianças é rentável: as crianças, prescritoras e futuras consumidoras, tornaram-se um alvo privilegiado.

 As crianças assistem televisão, em média, durante mais de três horas por dia. O seu impacto é considerável. A publicidade televisiva dirigida a crianças é identificada como a causa directa do excesso de peso de um quinto das mesmas.

 Em Junho de 2008, 23 associações de pediatria, cardiologia, epidemiologia e nutrição enviaram uma carta aberta ao Ministro da Saúde, exigindo-lhe a eliminação de todos os espaços de publicidade a alimentos durante o tempo que as crianças estão em frente à televisão. Para esses profissionais, "as questões de saúde pública são graves e não podem ser dispersadas para o benefício exclusivo dos interesses económicos das empresas de televisão e de alimentos."

Mas o governo recusou-se, durante anos, a ter este problema entre mãos. E os slogans como "Não comer entre as refeições", "Cuidado com os alimentos gordos, salgados ou doces" e "Energia para fora" não mudam os hábitos alimentares das crianças. Os programas destinados aos jovens, e que supostamente seriam para rir ou sonhar, são usados para condicionar as mentes jovens a gravar os anúncios. Isto é, novamente, para vender o "tempo de cérebro disponível", utilizando a expressão de Patrick Le Lay, quando era presidente da TF1.

No entanto, as respostas estão disponíveis. Na Suécia, a lei proíbe toda a publicidade televisiva destinada a crianças menores de 12 anos. Fazemos um apelo para que haja um debate sobre esta questão no Parlamento. Várias leis podem ser consideradas, mas a manutenção do status quo seria tanto irresponsável como perigoso. Assim se protege as nossas crianças, tornando-as presas indefesas. Assim vai a saúde pública. Assim também será o futuro das nossas sociedades industriais, fomentando o consumo excessivo... e convidando a respeitar mais o meio ambiente. Outro debate? Não estou tão certo!

 Artigo de opinião, postado no site Liberation.fr, em Dezembro de 2010

 
     
     
 

Jogos promovem o consumo de produtos

Os videojogos têm sido rotulados como uma das causas da obesidade infantil, mas um novo estudo da Baylor College of Medicine sugere que ao jogar videojogos concebidos para incentivar hábitos alimentares saudáveis, as crianças podem ser induzidas a comer mais frutas e verduras.

 
     
     
 

Os videojogos têm sido rotulados como uma das causas da obesidade infantil, mas um novo estudo da Baylor College of Medicine sugere que ao jogar videojogos concebidos para incentivar hábitos alimentares saudáveis, as crianças podem ser induzidas a comer mais frutas e verduras.

O estudo analisou 133 crianças com idade entre os 10 e 12 anos que estavam acima da média relativamente ao índice de massa corporal para sua faixa etária. Um grupo de crianças jogou dois jogos destinados à promoção de uma alimentação saudável e, em seguida, respondeu às perguntas sobre a sua experiência. O estudo concluiu que as crianças que jogaram estes jogos especiais comeram cerca de dois terços a mais de frutas e vegetais por dia, quando comparado com aquelas que não jogaram. Os investigadores do estudo concluíram também que os videojogos são promissores para ajudar a persuadir as crianças a comer mais frutas e vegetais saudáveis.

"É uma boa notícia saber que jogar jogos, especialmente videojogos, pode pôr as crianças a comer mais frutas e legumes nutritivos", disse Elizabeth Pivonka, presidente e CEO da Produce for Better Health Foundation, entidade sem fins lucrativos por detrás da iniciativa nacional de saúde pública Fruits Veggies - More Matters. "A prevalência de obesidade infantil aumentou de forma dramática nos últimos anos, e levar as crianças a comer mais frutas e vegetais saudáveis em vez de alimentos menos nutritivos e mais calóricos é um grande começo para inverter esta tendência."

O site Food Champs (www.foodchamps.org) parte da iniciativa de saúde Fruits & Veggies - More Matters, e é o destino divertido das crianças para as frutas e legumes na Internet. O site Food Champs é apropriado para as crianças com idades entre os dois e oito anos, pois ensina e encoraja as crianças a comerem mais frutas e vegetais enquanto jogam, preenchem páginas para colorir, exploram e divertem-se noutras actividades interactivas.

"Pode ser difícil conseguir que as crianças comam frutas e vegetais quando existem tantas outras opções disponíveis, mas esperamos ajudar, oferecendo um modo divertido para crianças aprenderem sobre boa nutrição", disse Pivonka. "Os jogos e as actividades são divertidos para as crianças em casa ou na sala de aula, o que faz com que uma visita ao site www.FoodChamps.org seja uma óptima ideia para os recentes pais e professores. "  

O site Food Champs também direcciona os adultos para o site Fruits & Veggies- More Matters, www.FruitsAndVeggiesMoreMatters.org, que tem conselhos culinários, informações nutricionais e um banco de dados com mais de mil receitas, muitas das quais podem ser feitas em 30 minutos ou menos. Há ainda uma secção de receitas do agrado das crianças, especificamente direccionadas e com o objectivo de serem preparadas por elas.

O estudo da Baylor College of Medicine será publicado na edição de Janeiro de 2011 do American Journal of Preventive Medicine, num artigo intitulado "Videojogos, Dieta de Criança, Actividade Física e mudança de comportamento. - Um Ensaio Clínico Randomizado".

 
     
     
 

Governo Norte Americano diz que a auto-regulação da privacidade online está para breve

As autoridades Norte Emericanas expressaram as suas preocupações sobre o estado actual da privacidade digital e disseram que a auto-regulação não tem sido suficiente nesta questão. Em jogo, estão nada menos que 24 biliões de dólares da indústria publicitária online, a qual se baseia na tecnologia de rastreio utilizada nos anúncios que alimentam grande parte da Web.

 
     
     
 

NOVA IORQUE (AdAge.com) - Em Novembro de 2010, as autoridades governamentais tomaram uma nítida posição sobre a questão da privacidade online quando a Comissão Federal de Comércio (FTC) e o Departamento de Comércio expressaram as suas preocupações sobre o estado actual da privacidade digital e disseram que a auto-regulação não tem sido suficiente nesta questão. Em jogo, estão nada menos que 24 biliões de dólares da indústria publicitária online, a qual se baseia na tecnologia de rastreio utilizada nos anúncios que alimentam grande parte da Web.

Nos últimos anos, enquanto a FTC e o Departamento do Comércio têm trabalhado em estreita colaboração com a indústria da publicidade sobre a melhor maneira de desenvolver um mecanismo que permita as pessoas terem um maior controlo sobre como os seus dados são recolhidos e usados, ambas as agências governamentais declararam que a indústria não tem feito o suficiente, e por isso, propuseram em alternativa o programa Do Not Track.

"Estamos a enviar uma mensagem clara de que a auto-regulação da privacidade não tem trabalhado com precisão", disse o presidente da FTC, Jon Leibowitz, que afirma ainda: "a indústria, como um todo, precisa de fazer um trabalho muito melhor."

Alguns dos anunciantes viram essa posição como uma forte reviravolta, em contraste com o que eles sentem que tem sido um claro progresso no programa de auto-regulação da indústria. E a sua intenção é continuar a trabalhar neste programa, na esperança de afastar a legislação.

"Nós discordamos com a FTC, quando diz que a auto-regulação não está a funcionar", disse Linda Woolley, vice-presidente dos assuntos governamentais da Direct Marketing Association, referindo o facto de a iniciativa da indústria, chamada AboutAds.Info, se ter tornado plenamente operacional há poucas semanas.

O programa da indústria é apoiado por uma coligação de grupos publicitários que se auto-denominam Digital Advertising Alliance, composta pelos 4A's: a American Advertising Federation, a Association of National Advertisers, a Direct Marketing Association (DMA) e o Interactive Advertising Bureau, que em conjunto representam mais de 5 mil empresas.

Um componente importante do programa do sector inclui um ícone que aparecerá nos anúncios e que vai levar os consumidores a uma página"opt-out". Stuart P. Ingis, sócio da Sociedade de Advogados Venable em Washington e principal defensor do DMA, disse que a indústria de anúncios online emitiu a resposta que a Comissão tinha solicitado, e que a comunidade empresarial está na melhor posição para executar esses planos.

Parte da confusão mais recente decorre do facto de, enquanto a FTC tinha sido o principal stakeholder governamental no debate sobre a privacidade online, o Departamento de Comércio anunciou recentemente a sua intenção de publicar em breve directrizes de privacidade, fazendo com que alguns anunciantes se questionassem se teriam de desistir dos seus planos e lidar com outro conjunto de regras complementares.

Para responder a essa preocupação, os representantes de ambas as agências governamentais sentaram-se lado a lado perante o sub-comité da Câmara, para dar o seu testemunho sobre a possível legislação Do Not Track. Enquanto a FTC fez as suas orientações relativas à privacidade apenas um dia antes da audiência, o Departamento do Comércio planeia lançar o seu relatório "nas próximas semanas", segundo afirmou Daniel Weitzner,  administrador-adjunto do Escritório de Análise de Políticas e Desenvolvimento do Departamento de Comércio. De acordo com algumas pessoas familiarizadas com o assunto, tanto o Departamento do Comércio como a FTC têm trabalhado de perto sobre as suas próprias propostas, e os seus respectivos pareceres seriam "complementares".

David Vladeck, director do departamento do FTC Bureau of Consumer Protection, disse que a auto-regulação pode funcionar "se for melhorada." Mas à falta de melhoria, a FTC propôs a regulação Do Not Track,.

Um ponto polémico, no entanto, é saber exactamente como a Regulamentação Do Not Track iria funcionar. O relatório da Comissão descreve um exemplo concreto em que um navegador web, como Firefox, iria instalar uma parte de um software no browser do usuário, que daria um sinal para os comerciantes online, caso o consumidor tivesse optado por disponibilizar os seus hábitos de navegação em troca de publicidade direccionada. Mas esse mecanismo só seria específico para aquele browser, naquele computador e não aquela pessoa específica, como a legislação do programa Do Not Call oferece.

O presidente da FTC, Leibowitz, disse que tal projecto não é necessariamente o único método aceitável para a escolha do consumidor, sendo que David Vladeck, no seu depoimento, deixou a porta aberta para a auto-regulação, afirmando que, "Tal mecanismo universal poderia ser conseguido através de legislação ou através auto-regulação potencialmente sólida e exequível".

O comunicado ressaltou também o facto de que a FTC não pode legislar por conta própria, e em muitos aspectos está a trabalhar estreitamente com o Departamento do Comércio como um pilar legislativo.

 
     
     
 

Congresso “Literacia, Media e Cidadania”, em Março de 2011, na Universidade do Minho

Por iniciativa de um grupo de entidades, que integra a Comissão Nacional da UNESCO, o Conselho Nacional da Educação, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social, o Ministério da Educação, a UMIC e o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, vai realizar-se, nos dias 25 e 25 de Março de 2011, no Campus de Gualtar, em Braga, o Congresso "Literacia, Media e Cidadania".

 
     
     
 

Congresso "Literacia, Media e Cidadania", em Março de 2011, na Universidade do Minho

Por iniciativa de um grupo de entidades, que integra a Comissão Nacional da UNESCO, o Conselho Nacional da Educação, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social, o Ministério da Educação, a UMIC e o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, vai realizar-se, nos dias 25 e 25 de Março de 2011, no Campus de Gualtar, em Braga, o Congresso "Literacia, Media e Cidadania".

O Congresso tem como objectivos essenciais promover a formação de cidadãos face aos media e ao ecossistema mediático, incentivar a interacção entre os media e as instituições educativas e culturais, contribuir para a inscrição da educação para os media e a literacia digital na agenda pública, valorizar a participação dos cidadãos na vida democrática tirando partido das novas plataformas digitais e redes sociais, reflectir sobre a relevância da literacia mediática para a qualidade e a produtividade no trabalho, favorecer a inserção da educação para os media no currículo escolar e a utilização dos diferentes tipos de meios como recurso educativo, estimular a inovação nos métodos e conteúdos da aprendizagem, em contextos formais e não-formais de educação, bem como divulgar e fomentar a investigação no âmbito da literacia, dos media e da cidadania.

 Destina-se a professores, profissionais dos media, investigadores, animadores, bibliotecários e agentes dos diversos âmbitos ligados à definição e implementação de políticas relacionadas com a educação para os media e literacia digital

 
     
     
 

Novo think tank dedicado à publicidade foca marketing para crianças

CREDOS, a nova organização criada pela Associação de Anunciantes do Reino Unido (AA), foca a sua pesquisa em várias áreas incluindo uma melhor compreensão do impacto da publicidade nas crianças e a contribuição da publicidade para a economia.

 
     
     
 

A CREDOS é financiada pela indústria, através da AA, a organização que representa as associações do sector, nomeadamente os anunciantes ISBA, as agências IPA e os Media, tal como a ITV e o Canal 4.

As áreas prioritárias para esta pesquisa foram identificadas depois de se ter realizado uma pesquisa com formadores de opinião, incluindo membros parlamentares, ONGs e académicos.

Além das áreas acima mencionadas, a CREDOS irá dedicar-se ao desenvolvimento de uma estratégia concertada da indústria, para fornecer suporte ao crescimento nas indústrias criativas, e promover um maior entendimento do sector anunciante e da forma como este se auto-regula.

A Organização é presidida por James Best, eleito presidente do Comité de Práticas Publicitárias, e será supervisionada por uma comissão seleccionada para fornecer uma análise independente e para representar de forma mais ampla as várias partes interessadas. Esta comissão será liderada pela presidente do conselho Karen Fraser, que disse que seria "uma amiga sincera e crítica" para os anunciantes.

Os membros da comissão incluem:

  • - Will Hutton, vice-presidente da Work Foundation;
  • - Nick Chater, professor de ciências comportamentais na Warwick Business School,
  • - Andrew Walmsley, empresário e fundador da agência de comunicação digital i-level;
  • - Fiona Wood, director e chefe de percepção, investigação e compromissos do COI;
  • - Mandy Pooler, directora de desenvolvimento da Kantar, a holding do grupo para as empresas de pesquisa e consultoria da WPP, e
  • - Rory Sutherland, vice-presidente da Ogilvy WPP Group no Reino Unido e também presidente do IPA.

 A CREDOS deverá lançar entre seis a sete trabalhos de pesquisa durante os próximos 12 meses.

 
     
     
 

Noticia na Newsletter da Direcção Geral do Consumidor

As Grandes Opções do Plano para 2010 referem expressamente, entre outros, a necessidade de "elevar o grau de informação do consumidor". No mesmo sentido a nível europeu, a Comissão Europeia elencara igualmente "informar e educar melhor? como um dos principais objectivos da Estratégia da política dos consumidores para 2007- 2013". Tem, por isso, a DGC a preocupação de incluir dentro das suas atribuições em matéria de publicidade e das práticas comerciais, iniciativas de informação e de esclarecimento que possibilitem uma visão crítica por parte dos consumidores. Assim, tendo por base estas premissas e tendo em vista os direitos e interesses dos consumidores em geral e das crianças em particular enquanto destinatários do programa Media Smart, a Direcção-Geral do Consumidor tem participado no grupo de peritos neste abrangido.

 
     
     
 

EM DESTAQUE


Media Smart - "Ver a Publicidade Com Outros Olhos "

Compete à Direcção-Geral do Consumidor, analisar e acompanhar a publicidade, comercial ou institucional, bem como os processos e técnicas de promoção de vendas, nos termos da alínea h) do artigo 4.º da Portaria n.º 536/2007, de 30 de Abril.

Esta responsabilidade da DGC traduz-se na fiscalização do cumprimento do Código da  Publicidade e do regime das Práticas Comerciais Desleais e na instrução de processos de processos de contra-ordenação remetidos posteriormente para decisão da CACMEP - Comissão de Aplicação de Coimas em Matéria Económica e de Publicidade.

Neste âmbito, merece particular referência a actividade do Observatório da Publicidade, uma parceria da DGC com a Escola Superior de Comunicação Social, que permite apurar as tendências e monitorizar a comunicação comercial nos diferentes meios de suporte (imprensa, televisão, rádio, cinema, internet, outdoors).

EM DESTAQUE


Media Smart - "Ver a Publicidade Com Outros Olhos "

Compete à Direcção-Geral do Consumidor, analisar e acompanhar a publicidade, comercial ou institucional, bem como os processos e técnicas de promoção de vendas, nos termos da alínea h) do artigo 4.º da Portaria n.º 536/2007, de 30 de Abril.

Esta responsabilidade da DGC traduz-se na fiscalização do cumprimento do Código da  Publicidade e do regime das Práticas Comerciais Desleais e na instrução de processos de processos de contra-ordenação remetidos posteriormente para decisão da CACMEP - Comissão de Aplicação de Coimas em Matéria Económica e de Publicidade.

Neste âmbito, merece particular referência a actividade do Observatório da Publicidade, uma parceria da DGC com a Escola Superior de Comunicação Social, que permite apurar as tendências e monitorizar a comunicação comercial nos diferentes meios de suporte (imprensa, televisão, rádio, cinema, internet, outdoors).

As Grandes Opções do Plano para 2010 referem expressamente, entre outros, a necessidade de "elevar o grau de informação do consumidor". No mesmo sentido a nível europeu, a Comissão Europeia elencara igualmente "informar e educar melhor? como um dos principais objectivos da Estratégia da política dos consumidores para 2007- 2013".

Tem, por isso, a DGC a preocupação de incluir dentro das suas atribuições em matéria de publicidade e das práticas comerciais, iniciativas de informação e de esclarecimento que possibilitem uma visão crítica por parte dos consumidores.

Assim, tendo por base estas premissas e tendo em vista os direitos e interesses dos consumidores em geral e das crianças em particular enquanto destinatários do programa Media Smart, a Direcção-Geral do Consumidor tem participado no grupo de peritos neste abrangido.

O Media Smart é um programa de literacia para a publicidade destinado aos professores e às crianças entre os 7 e os 11 anos, cujo objectivo é o de desenvolver o sentido crítico das crianças e dotá-las de instrumentos que lhes permitam descodificar a linguagem e os objectivos próprios da publicidade.

O Media Smart foi lançado no Canadá, seguindo-se a Europa, onde está presente no Reino Unido, cujo modelo serviu de inspiração a Portugal, Holanda, Bélgica, Alemanha, Finlândia, Suécia e Hungria.

O programa foi lançado entre nós pela APAN - Associação Portuguesa de Anunciantes, com o apoio de um conjunto de patrocinadores no âmbito do exercício da responsabilidade social.

O programa, que recorre a anúncios verdadeiros, é constituído por três módulos que abordam os seguintes temas:

  • introdução à publicidade
  • publicidade dirigida a crianças
  • publicidade não comercial


Pretende-se assim, que as crianças aprendam a ver com outros olhos e a desenvolver a capacidade de descodificar e de decidir com mais racionalidade.

A importância da literacia para os media em geral e para a comunicação comercial em particular, constitui, nos dias de hoje, uma capacidade fundamental para as nossas crianças.

Num mundo com demasiadas ofertas, apelos e seduções publicitárias as competências individuais necessárias para escolher e decidir devem ser desenvolvidas no sentido da compreensão dos contextos usados das técnicas e da linguagem.

No entanto, o programa vai mais longe, ao permitir pela sua utilização que as crianças, com a ajuda e orientação dos professores, possam desenvolver capacidades de expressão, comunicação e debate na utilização dos materiais.

A Comissão Europeia através de uma recomendação de 20 de Agosto de 2009, sobre literacia mediática definiu de forma simples e directa os benefícios da literacia para os media.

"Literacia mediática é a capacidade de aceder aos media, de compreender e avaliar de modo crítico os diferentes aspectos dos media e dos seus conteúdos e de criar comunicações em diversos contextos".

É neste propósito que se insere o programa Media smart.

Por considerar este programa interessante a DGC está disponível para distribuir aos representantes dos CIAC que se manifestem interessados um dossier inicial sobre este programa para conhecimento e eventual utilização futura.
 

O Media Smart é um programa de literacia para a publicidade destinado aos professores e às crianças entre os 7 e os 11 anos, cujo objectivo é o de desenvolver o sentido crítico das crianças e dotá-las de instrumentos que lhes permitam descodificar a linguagem e os objectivos próprios da publicidade.

O Media Smart foi lançado no Canadá, seguindo-se a Europa, onde está presente no Reino Unido, cujo modelo serviu de inspiração a Portugal, Holanda, Bélgica, Alemanha, Finlândia, Suécia e Hungria.

O programa foi lançado entre nós pela APAN - Associação Portuguesa de Anunciantes, com o apoio de um conjunto de patrocinadores no âmbito do exercício da responsabilidade social.

O programa, que recorre a anúncios verdadeiros, é constituído por três módulos que abordam os seguintes temas:

  • introdução à publicidade
  • publicidade dirigida a crianças
  • publicidade não comercial


Pretende-se assim, que as crianças aprendam a ver com outros olhos e a desenvolver a capacidade de descodificar e de decidir com mais racionalidade.

A importância da literacia para os media em geral e para a comunicação comercial em particular, constitui, nos dias de hoje, uma capacidade fundamental para as nossas crianças.

Num mundo com demasiadas ofertas, apelos e seduções publicitárias as competências individuais necessárias para escolher e decidir devem ser desenvolvidas no sentido da compreensão dos contextos usados das técnicas e da linguagem.

No entanto, o programa vai mais longe, ao permitir pela sua utilização que as crianças, com a ajuda e orientação dos professores, possam desenvolver capacidades de expressão, comunicação e debate na utilização dos materiais.

A Comissão Europeia através de uma recomendação de 20 de Agosto de 2009, sobre literacia mediática definiu de forma simples e directa os benefícios da literacia para os media.

"Literacia mediática é a capacidade de aceder aos media, de compreender e avaliar de modo crítico os diferentes aspectos dos media e dos seus conteúdos e de criar comunicações em diversos contextos".

É neste propósito que se insere o programa Media smart.

Por considerar este programa interessante a DGC está disponível para distribuir aos representantes dos CIAC que se manifestem interessados um dossier inicial sobre este programa para conhecimento e eventual utilização futura.
 

 
     
     
 

Media Smart desafia escolas a desenvolver campanha publicitária

O MEDIA Smart, programa escolar de literacia para a publicidade nos diferentes media, lançou um desafio a cerca de cinco mil escolas do 1.º e 2.º ciclos para "colocar os mais novos a desenvolver campanhas publicitárias de apoio ao desenvolvimento e sucesso escolar".

 
     
     
 

O MEDIA Smart, programa escolar de literacia para a publicidade nos diferentes media, lançou um desafio a cerca de cinco mil escolas do 1.º e 2.º ciclos para "colocar os mais novos a desenvolver campanhas publicitárias de apoio ao desenvolvimento e sucesso escolar".

O concurso arrancou em Novembro e decorre até Junho de 2011, altura em que serão atribuídos os prémios à escola vencedora. O objectivo é "pôr à prova as competências adquiridas, através da implementação do programa nas escolas".

O âmbito da campanha é específico a cada nível escolar: os alunos de 1.º ciclo "deverão trabalhar numa campanha de promoção da escola junto da comunidade", enquanto os do 2.º ciclo "terão de criar uma campanha de combate ao abandono escolar, com destaque para o estudo e a importância da escolaridade".

O "grande objectivo desta iniciativa é desenvolver competências nas crianças que lhes permitam compreender e interpretar correctamente as mensagens publicitárias, desenvolvendo o seu sentido crítico e preparando-as para se tornarem cidadãos mais responsáveis, capazes de fazerem escolhas informadas", explica em comunicado a APAN (Associação Portuguesa de Anunciantes), promotora da iniciativa.

 
     
     
 

Rumo a uma exclusão definitiva da publicidade em 2016

No âmbito do projecto do orçamento de Estado de 2011, a Comissão Paritária Mista (CMP) decidiu a favor da eliminação total da publicidade nas televisões francesas em 2016, e de uma taxa de compra de serviços publicitários online a partir de 01 de Janeiro de 2011.

 
     
     
 


No âmbito do projecto do orçamento de Estado de 2011, a Comissão Paritária Mista (CMP) decidiu a favor da eliminação total da publicidade nas televisões francesas em 2016, e de uma taxa de compra de serviços publicitários online a partir de 01 de Janeiro de 2011.

A Comissão Paritária Mista (CMP), composta por sete deputados e sete senadores, chegou a um acordo sobre o projecto de orçamento para 2011 relativamente à supressão total da publicidade nas televisões francesas a partir de 1 de Janeiro de 2016, quando os membros já haviam recomendado a manutenção definitiva da publicidade diurna, sobretudo tendo em conta " a perda de rendimentos" consecutivos das televisões francesas.

Desde 2009, a publicidade foi retirada das cadeias de televisão francesas após as 20 horas, de acordo com a reforma da radiodifusão pública das cadeias de televisão francesas concebida por Nicolas Sarkozy. Inicialmente esta previa a supressão total da publicidade até ao final de 2011, mas o governo havia proposto uma mora de dois anos em publicidade diurna.

Na próxima semana a Assembleia Nacional deverá decidir sobre o projecto proposto pela CMP, e de seguida, será a vez de o Senado votar. O Governo ainda pode modificar este acordo, através de uma alteração à proposta da CMP. Depois disso, o orçamento de 2011 será considerado definitivamente aprovado pelo Parlamento.


Um imposto de 1% sobre a publicidade na internet

Por outro lado, a CMP é a favor do estabelecimento, a partir do dia 1 de Janeiro de 2011, de um imposto (chamado de "taxa do Google") de 1 por cento sobre as aquisições de serviços de publicidade online que serão pagas pelos anunciantes com sede em França.

"Devemos manter a justiça entre os diferentes meios de publicidade. A publicidade na televisão tal como na imprensa estão sujeitas a tributação. O status quo levaria a uma distorção da concorrência ", explicou Philippe Marini, relator da Comissão de Finanças do Senado, que referiu também que o imposto iria render aproximadamente 20 milhões de euros por ano ao Estado.

Sessenta empresários opuseram-se a este imposto sobre a publicidade online, considerando que esta medida se destina ao alvo errado, "cortando" os "pequenos franceses" em vez dos "gigantes americanos".

 
     
     
 

A agressão do mercado na infância

As empresas estão a colocar as famílias sob tensão ao dirigirem produtos a crianças de forma descuidada. Os pais precisam do apoio do governo e da indústria para proteger as crianças da sexualização e comercialização desenfreada

 
     
     
 

As empresas estão a colocar as famílias sob tensão ao dirigirem produtos a crianças de forma descuidada. Os pais precisam do apoio do governo e da indústria para proteger as crianças da sexualização e comercialização desenfreada.

Ao anunciar uma revisão das práticas inadequadas de marketing dirigido a crianças, a coligação partidária manifestou a preocupação real dos pais no Reino Unido. No Family and Parenting Institute já tivemos muitas conversas com mães e pais que sentem que a infância está sob ameaça. David Cameron, primeiro-ministro britânico, comprometeu-se a fazer do Reino Unido a sociedade mais familiar da Europa, e esta é uma ambição louvável. Mas tem uma tarefa dura pela frente. Uma sociedade em que as crianças são submetidas a pressões do mercado desde muito cedo, não se pode afirmar favorável à família.

A comercialização e a sexualização da infância são temas que estão interligados. Um certo número de empresas sem escrúpulos que operam no Reino Unido vê as crianças como um alvo comercial fácil, sabendo que o "poder inoportuno" é um caminho rápido para chegar ao bolso dos pais. Isso pode criar uma verdadeira pressão financeira nas famílias, originando conflitos entre pais e filhos.

Os pais dizem-nos que a comercialização da infância começa nos primeiros anos, com crianças a apontar para os brinquedos que querem nos catálogos a partir de uma idade precoce. Com efeito, 84 por cento dos pais acreditam que as empresas se focam demasiado nos seus filhos. É difícil discutir e argumentar contra eles - no Reino Unido, em média, as crianças vêem, anualmente, entre 20 mil e 40 mil anúncios de televisão (de acordo com o think tank Compass). Entretanto, o ambiente online altamente comercializado está a ocupar uma parte cada vez maior do tempo das crianças. Na internet pode ser especialmente difícil para as crianças fazer a distinção entre o que é e o que não é publicidade. A investigação nesta matéria mostra-nos que as crianças de famílias mais pobres são mais propensas a associar a felicidade à riqueza material. Portanto, são essas crianças que se sentem mais pressionadas a adquirir mais roupas e gadgets.

Quando os produtos ou experiências que estão à venda são sexualizados, os pais sentem particular ansiedade. Algumas empresas sabem que conseguem lucrar convencendo as crianças mais novas a desejar certos itens mais adequados para adolescentes e adultos. Por vezes, elas mostram-se pouco preocupadas com o stress, confusão e problemas de imagem corporal que resultam desses produtos.

Nem mesmo nas escolas do Reino Unido as crianças estão livres destas pressões. Na Primavera deste ano, vimos uma série de relatórios de escolas primárias que organizaram os típicos bailes de finalistas americanos. Estes podem naturalmente ser divertidos, mas raparigas tão jovens, com apenas 12 anos, estão a pedir dinheiro aos pais para auto-bronzeador, vestidos de baile e aluguer de uma limusina, enquanto se preocupam em saber que rapaz será o seu par. As escolas devem lutar contra esta comercialização e sexualização da infância - e não as alimentar.

Em geral, a responsabilidade no que diz respeito a esta questão é partilhada pelos pais, pelo governo e pelas empresas. Sim, a grande parte da responsabilidade de proteger as crianças destas pressões também está nas mãos dos pais. Mas estará a indústria da publicidade realmente confortável em gastar milhões numa comunicação dirigida às crianças, e depois afirmar que cabe à mãe e ao pai enfrentá-las?

A paixão de David Cameron e Nick Clegg por medidas familiares deve ser traduzida em políticas. Esta revisão do marketing para crianças é um primeiro passo positivo, mas a coligação deve ser pressionada a entregar resultados. Por todo o mundo, outros países têm liderado o caminho em termos de enfrentar os interesses corporativos sobre estas questões. A Noruega, por exemplo, fez passar uma mensagem forte de que a infância não seria posta à venda, proibindo toda a publicidade dirigida a crianças.

As empresas britânicas têm de cumprir o seu papel. As empresas devem informar e educar os seus funcionários, pais e filhos sobre os seus direitos no mundo comercial. As empresas devem também assegurar que os códigos de auto-regulação são continuamente actualizados e fiscalizados. À medida que a tecnologia avança, e novas formas de comercialização são desenvolvidas num mercado competitivo, os códigos devem ser repensados e ponderados proactivamente. Apelamos também à existência de rótulos claros em toda a publicidade de sites utilizados por crianças.

Para além deste tema ser actualmente notícia o debate deve progredir para o efeito cumulativo do consumismo nas famílias, contrapondo o efeito isolado da publicidade sobre as crianças. A infância e o relacionamento entre pais e filhos devem ser protegidos.

 
     
     
 

Seis razões porque os jogos sociais são a próxima fronteira publicitária

De acordo com a eMarketer, os gastos com anúncios em jogos sociais aumentou 60 por cento desde 2009. Não existe qualquer dúvida de que os anunciantes repararam que 56 milhões de americanos jogam jogos sociais e que o mercado de bens virtuais com marcas está a crescer. Mas não é só pela sua crescente popularidade que os jogos sociais têm chamado a atenção dos anunciantes. Os jogos sociais representam também um ambiente que é amplamente favorável à publicidade.

 
     
     
 

De acordo com a eMarketer, os gastos com anúncios em jogos sociais aumentou 60 por cento desde 2009. Não existe qualquer dúvida de que os anunciantes repararam que 56 milhões de americanos jogam jogos sociais e que o mercado de bens virtuais com marcas está a crescer. Mas não é só pela sua crescente popularidade que os jogos sociais têm chamado a atenção dos anunciantes. Os jogos sociais representam também um ambiente que é amplamente favorável à publicidade.

"Os compradores de media e os anunciantes estão a reconhecer que isto é o que eles querem", explicou Robert Tomkinson, director sénior de marketing global da Playfish. "O que eles querem é chegar em massa, eles querem chegar ao target, querem resultados. E é possível ter tudo isto, da forma correcta, através da criação de oportunidades para as marcas".

Tomkinson e outros líderes da indústria de jogos sociais falaram recentemente na Conferência de Jogos Sociais (Social Gaming Summit) sobre a grande oportunidade que os jogos sociais representam para as marcas.

Apresentamos aqui estão as seisrazões que foram apresentadas para explicar porque é que a publicidade nos jogos sociais é um sucesso crescente.
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1. Publicitar em jogos tem que ver com Envolvimento
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No passado mês de Julho os utilizadores do famoso jogo do Facebook, "FarmVille", tiveram pela primeira vez a opção de plantar uma cultura específica de uma marca - mirtilos Cascadian Farm - nas suas propriedades virtuais. Em mais de 500 milhões de casos, os jogadores escolheram comprar e plantar o mirtilo de marca em vez de plantar outra coisa. De acordo com a Zynga, como resultado, a notoriedade espontânea aumentou 550%.

As redes da Volvo, H&M e MTV também criaram produtos de marca virtual que os utilizadores podem optar por comprar ou adquirir através da interacção com a marca.

Outra estratégia comum para as marcas é a criação de um "mural de oferta" dentro de muitos jogos. As marcas podem trocar recompensas virtuais para cativar e aliciar os utilizadores, nomeadamente, fazer parte de uma pesquisa ou assistir a um vídeo sobre um produto.

"Em ambos os casos estás realmente a envolver-te com a marca", explicou Peter Wexler, director de parcerias estratégicas da plataforma transaccional de publicidade TrialPay. "Isto é diferente dos anúncios tradicionais na televisão, na imprensa ou da propaganda nos transportes públicos."
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2. Jogos Sociais atingem o público Facebook
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Quando está online, o americano comum passa mais tempo no Facebook do que no Google, Yahoo, YouTube, Microsoft, Wikipedia e Amazon todos juntos. Uma grande parte desta interacção social inclui jogos, tornando-se uma alternativa ideal para exibir anúncios dos anunciantes que querem atingir o gigante "Facebook", uma base de 50 milhões de pessoas.

"Se falares com anunciantes e abordares o assunto Facebook, todos eles, quer sejam uma agência ou uma marca, estão muito interessados em participar na plataforma Facebook", explicou Wexler durante sua apresentação. "E a maioria deles está bastante incerto sobre a forma de o fazer efectivamente... aqui é onde os consumidores estão disponíveis."

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3. Alguns jogos têm um público maior do que o horário nobre da TV
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A Publicidade em jogos sociais poderá não ser exclusivamente visual, mas existe uma grande massa crítica de pessoas que jogam. Aproximadamente 30 milhões de jogadores jogam diariamente o jogo social mais popular, FarmVille. O programa de televisão mais popular em horário nobre na semana passada, Dancing With the Stars, teve cerca de 24 milhões de telespectadores.

Os jogos sociais estão a tornar-se tão acessíveis, como a televisão (se não ainda mais). Enquanto no passado a maioria das plataformas de jogos necessitavam de consolas caras e tinham outras barreiras à adesão, actualmente a maioria dos jogos sociais são gratuitos.

"O iPhone colocou um dispositivo de jogos no bolso de toda a gente e expandiu massivamente o mercado", explicou Tomkinson durante sua apresentação. "E, como é óbvio, o facto de os jogos sociais serem gratuitos expandiu tanto o mercado, que o tornou maior do que qualquer consola de jogos combinados. Isto é algo que qualquer pessoa pode usar.

"Para além de ultrapassar o nível de audiências televisivas, os jogos sociais também ultrapassam o nicho que é frequentemente associado aos jogos. A maioria dos jogos são relativamente fáceis de aprender. Os tutoriais dos jogos Zynga, por vezes, são inferiores a três minutos.

O director de Publicidade de Marcas da Zynga, Manny Anekal, afirmou numa apresentação que odeia o termo "jogos sociais", pois as experiências que a sua empresa cria são "apenas diversão com os amigos e família. Tão simples quanto isso. Ao ser assim, os jogos sociais podem chegar facilmente a outros perfis demográficos muito além do típico perfil de jogador".
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4. A Publicidade em jogos sociais não está restringida ao Virtual
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O potencial de branding para os jogos sociais não necessita de ficar apenas no online. Há cerca de seis meses atrás, a 7-Eleven criou uma ligação entre o mundo real e virtual (jogos FarmVille), lançando em ambos um conjunto de produtos como o café gelado e Slurpees. Quando um cliente compra um produto, é direccionado para executar uma tarefa no jogo para desbloquear um determinado bem do 7-Eleven virtual.

A campanha decorreu em 7 mil lojas durante seis semanas. Os gelados da marca superaram as previsões de vendas feitas logo na primeira semana. Mais de 3 milhões de códigos foram resgatados, e a água teve uma taxa de reembolso de 60 por cento.

A Green Giant também explorou o espaço entre os jogos virtuais e o mundo real oferecendo "dinheiro FarmVille" na compra dos seus produtos.
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5. As marcas podem fazer parte da experiência
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Nos jogos do "mundo virtual", as marcas podem fazer mais do que sair em outdoors (embora isso também seja uma opção). Podem fazer parte do jogo.

Uma das formas de o fazer é adicionando um elemento da marca ao próprio jogo. Por exemplo, quando a Farmers Insurance promoveu um veículo no jogo FarmVille, os jogadores que escolheram colocar o veículo nas suas quintas tiveram as suas culturas protegidas durante os 10 dias da promoção. Por sua vez, o veículo com a marca continuou a circular nas suas explorações, mesmo após a promoção ter acabado.

Outra forma de as marcas se tornarem parte da experiência é adicionar um componente interactivo à paisagem. Na "sexta-feira negra", a Old Navy lançou uma loja virtual no jogo social da Crowdstar, chamado It Girl. Os jogadores podiam comprar roupa virtual Old Navy ou oferecê-la aos seus amigos. A loja virtual disponibilizava ofertas do mundo real, e os jogadores poderiam ainda completar missões que rendiam moeda virtual.

"Eles têm a sua marca muito integrada na experiência de jogo", disse Wexler sobre esta integração. "Nesta situação, não é tanto sobre as operações e receitas directas para Old Navy, mas sim, de colocar a marca "em frente" dos seus clientes."
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6. As marcas podem recompensar os jogadores ao interagirem com eles
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Adquirindo o veículo da Farmers Insurance, os jogadores da Farmville tiveram protecção; completando tarefas nas lojas virtuais da Old Navy os jogadores da Crowdstar ganharam moeda virtual; e ao assistir a vídeos ou a preencher inquéritos, ganham dinheiro e bens virtuais. Em alguns casos, os jogadores podem escolher entre pagar para jogar ou envolverem-se com uma marca, para que possam jogar gratuitamente.

"O jogador recebe a recompensa interagindo com a marca. Não se trata de divulgação, trata-se de interacção", explicou Wexler durante sua apresentação. "E é isso é que tem valor para os anunciantes."

 
     

2011-06-14 - Nova "Linha Ajuda" sobre segurança na Internet

Esta linha tem como objectivo principal prestar atendimento telefónico e online a jovens, professores, pais e encarregados de educação em matérias relacionadas com a segurança na Internet.

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2011-06-14 - Iliteracia digital dos professores

Foi recentemente divulgado o relatório Horizon Report 2011, realizado pelo New Media Consortium (NMC) e pelo Consortium for School Networking (CoSN). Este trabalho incide principalmente nas tecnologias emergentes que terão impacto na educação a curto prazo nos diferentes níveis escolares: do pré-escolar ao 12º ano.

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2011-06-14 - A formação do público dos media

Faz cada vez mais falta promover a alfabetização mediática dos cidadãos. E faz falta para que não comam e calem o lixo televisivo, as meias verdades do jornalismo, as pseudo-notícias repetidas até à náusea, o parti-pris apresentado sob a capa do rigor e o silenciamento do que incomoda ou que dá trabalho averiguar.

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2011-06-14 - As crianças e os hábitos de leitura na era digital

A Scholastic acaba de publicar o relatório “2010 Kids & Family Reading Report, disponível online para quem quiser aceder. Este relatório, cujo subtítulo é “O virar de página, na era digital”, apresenta os resultados de um inquérito realizado em 2010 junto de 1045 crianças dos 6 aos 17 anos e dos seus pais – num total de 2090 inquiridos –, nos Estados Unidos da América.

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2011-06-14 - O Media Smart na televisão nacional

A Escola Básica 2/3 Eugénio dos Santos, em Lisboa, foi palco da mais recente reportagem sobre o Programa Media Smart.

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2011-04-11 - Concurso Media Smart gera grande interesse nas escolas

Numa altura em que conceitos como «media literacia» e «educação para a cidadania» ganham especial relevância nos órgãos de comunicação social, importa reflectir sobre a sua presença na sociedade e de que forma podem ser, de facto, um contributo para o bem comum.

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2011-04-11 - O andaime e a construção

Se se traduzisse em tempo corrido o contacto diário das pessoas com os media – em particular os mais novos e os mais idosos - ir-se-ia encontrar um valor grosso modo equivalente a um emprego a tempo inteiro.

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2011-04-11 - Responsabilidade dos media na formação dos públicos

Num discurso pronunciado em Braga, em 2007, o então ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, propôs-se fazer uma "interpelação da informação a partir da cidadania", nomeadamente dos "termos e alcance da responsabilidade dos media".

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2011-04-11 - Aumenta o número de europeus com acesso a serviços públicos online

No relatório 'Europe's 9th e-Government' divulgado no mês passado pela Comissão Europeia percebe-se, entre outros dados, que cresceu o número de cidadãos europeus com acesso a serviços públicos online.

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2011-04-11 - Acaba de nascer: blog sobre Literacia para Mamãs

"Um mundo de dúvidas acompanha os pais desde os primeiros sinais de vida do bebé, ainda no ventre materno, até o momento em que a criança atinge a idade escolar (para alguns essas dúvidas nunca acabam!), na mesma medida em que informações sobre como se proteger e proteger o bebé surgem de todos os lados: através de familiares, amigos e, cada vez mais, dos meios de comunicação".

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2011-02-03 - Veja um vídeo da BBC sobre a publicidade comportamental on-line dirigida a crianças

Vídeo realizado pela BBC onde se apresenta o resultado de um estudo da WSJ, relativamente à desproporcionalidade comportamental on-line

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2011-01-31 - A Publicidade agride as nossas crianças

Como poderia uma criança resistir a sessenta anúncios que lhe são destinados durante uma manhã? Essa avalanche de imagens, ostentando brinquedos e refrigerantes coloridos, cremes, roupas e os mais recentes telefones móveis, atingiu pleno vigor. Porquê este surto? Porque a elevada exposição publicitária das crianças é rentável: as crianças, prescritoras e futuras consumidoras, tornaram-se um alvo privilegiado.

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2011-01-31 - Jogos promovem o consumo de produtos

Os videojogos têm sido rotulados como uma das causas da obesidade infantil, mas um novo estudo da Baylor College of Medicine sugere que ao jogar videojogos concebidos para incentivar hábitos alimentares saudáveis, as crianças podem ser induzidas a comer mais frutas e verduras.

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2011-01-31 - Governo Norte Americano diz que a auto-regulação da privacidade online está para breve

As autoridades Norte Emericanas expressaram as suas preocupações sobre o estado actual da privacidade digital e disseram que a auto-regulação não tem sido suficiente nesta questão. Em jogo, estão nada menos que 24 biliões de dólares da indústria publicitária online, a qual se baseia na tecnologia de rastreio utilizada nos anúncios que alimentam grande parte da Web.

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2011-01-31 - Congresso “Literacia, Media e Cidadania”, em Março de 2011, na Universidade do Minho

Por iniciativa de um grupo de entidades, que integra a Comissão Nacional da UNESCO, o Conselho Nacional da Educação, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social, o Ministério da Educação, a UMIC e o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, vai realizar-se, nos dias 25 e 25 de Março de 2011, no Campus de Gualtar, em Braga, o Congresso "Literacia, Media e Cidadania".

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2011-01-28 - Novo think tank dedicado à publicidade foca marketing para crianças

CREDOS, a nova organização criada pela Associação de Anunciantes do Reino Unido (AA), foca a sua pesquisa em várias áreas incluindo uma melhor compreensão do impacto da publicidade nas crianças e a contribuição da publicidade para a economia.

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2010-12-29 - Noticia na Newsletter da Direcção Geral do Consumidor

As Grandes Opções do Plano para 2010 referem expressamente, entre outros, a necessidade de "elevar o grau de informação do consumidor". No mesmo sentido a nível europeu, a Comissão Europeia elencara igualmente "informar e educar melhor? como um dos principais objectivos da Estratégia da política dos consumidores para 2007- 2013". Tem, por isso, a DGC a preocupação de incluir dentro das suas atribuições em matéria de publicidade e das práticas comerciais, iniciativas de informação e de esclarecimento que possibilitem uma visão crítica por parte dos consumidores. Assim, tendo por base estas premissas e tendo em vista os direitos e interesses dos consumidores em geral e das crianças em particular enquanto destinatários do programa Media Smart, a Direcção-Geral do Consumidor tem participado no grupo de peritos neste abrangido.

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2010-12-29 - Media Smart desafia escolas a desenvolver campanha publicitária

O MEDIA Smart, programa escolar de literacia para a publicidade nos diferentes media, lançou um desafio a cerca de cinco mil escolas do 1.º e 2.º ciclos para "colocar os mais novos a desenvolver campanhas publicitárias de apoio ao desenvolvimento e sucesso escolar".

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2010-12-29 - Rumo a uma exclusão definitiva da publicidade em 2016

No âmbito do projecto do orçamento de Estado de 2011, a Comissão Paritária Mista (CMP) decidiu a favor da eliminação total da publicidade nas televisões francesas em 2016, e de uma taxa de compra de serviços publicitários online a partir de 01 de Janeiro de 2011.

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2010-12-29 - A agressão do mercado na infância

As empresas estão a colocar as famílias sob tensão ao dirigirem produtos a crianças de forma descuidada. Os pais precisam do apoio do governo e da indústria para proteger as crianças da sexualização e comercialização desenfreada

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2010-12-29 - Seis razões porque os jogos sociais são a próxima fronteira publicitária

De acordo com a eMarketer, os gastos com anúncios em jogos sociais aumentou 60 por cento desde 2009. Não existe qualquer dúvida de que os anunciantes repararam que 56 milhões de americanos jogam jogos sociais e que o mercado de bens virtuais com marcas está a crescer. Mas não é só pela sua crescente popularidade que os jogos sociais têm chamado a atenção dos anunciantes. Os jogos sociais representam também um ambiente que é amplamente favorável à publicidade.

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2010-10-26 - Media Smart desenvolve estudos

Foi precisamente quando cumpriu dois anos de presença em Portugal, após o lançamento em 2008, que o Media Smart decidiu avançar com dois estudos para aferir os níveis de avaliação e de notoriedade do programa nas escolas nacionais. Cada um dos estudos, desenvolvidos com objectivos específicos, veio revelar um conjunto de características importantes, e consolidar expectativas já existentes face ao contributo efectivo do Media Smart nas escolas.

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2010-10-13 - Autoridades Alemãs põem acção judicial contra o Facebook

As autoridades alemãs instauraram uma acção judicial contra o Facebook por darem acesso e guardarem os dados pessoais de pessoas que não usam o site.

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2010-10-13 - Media Smart lança concurso para escolas

O programa Media Smart começou o ano lectivo com um novo desafio para as escolas. A partir de Outubro, as escolas nacionais do 1º e 2º ciclos estão oficialmente convidadas a participar no «Concurso Media Smart».

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2010-09-20 - A televisão e as crianças: anúncios de fast-food estão a aumentar, anúncios de doces e bolos estão a diminuir

A televisão já não é a mesma, especialmente quando se trata de programas infantis. O número total de anúncios de alimentos visto diariamente caiu de forma drástica entre 2003 e 2007, especialmente entre o público com idades entre os 2-5 e os 6-11 anos. Também o número de anúncios a chocolates e doces também caiu em todas as categorias de idades, um dado que certamente fará as mães felizes.

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2010-09-20 - Estudos confirmam que a obesidade infantil pode estar a diminuir

Um grupo de investigadores verificou evidências claras de que a epidemia da obesidade infantil nos EUA pode estar a diminuir, constatando ainda que a tendência pode ser acelerada através de programas escolares.

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2010-09-17 - A Educação para os Media ajuda as crianças a “Dizer Não”

Um estudo publicado pela Academia Americana de Pediatria, constatou que o ensino de literacia para os media é um método eficaz de manter as crianças longe do alcool e das drogas. Os alunos que foram sujeitos a programas de literacia para os media tornaram-se muito mais conscientes em relação em relação aos diferentes produtos e serviços a eles direccionado, e também a produtos que não lhes são direccionados álcool.

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2010-04-23 - Marketing de causas nas escolas

Associação Portuguesa de Anunciantes lança terceira fase do Media Smart, um programa escolar de literacia para a publicidade destinado a crianças dos 7 aos 11 anos. Técnicas usadas em campanhas de solidariedade serão analisadas pelos mais pequenos.

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2009-10-29 - Media Smart já está em 20180 escolas

Media Smart já está em 20180 escolas. A recepção à comunidade educativa das divisões de educação de Palmela e de Almada contaram também com a participação e formação do Media Smart.

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2009-08-20 - Dar Ferramentas para entender o Mundo Comercial

Manuela Botelho, secretária-geral da Associação Portuguesa de Anunciantes, revela que o Media Smart, programa de literacia da publicidade para crianças, tem sido "um sucesso" em termos de aceitação por parte das escolas.

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2009-04-30 - Seminário reúne Especialistas Europeus sobre Media Smart

A APAN promove um seminário, no dia 8 de Maio, na sala 2 da Culturgest, para apresentação dos resultados do programa MEDIA SMART em vários países europeus e de dois estudos avaliativos, realizados no Reino Unido e Alemanha.

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41 por cento das escolas ajuda crianças a descodificar publicidade

O programa gratuito Media Smart, que visa ensinar crianças dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico a descodificar a publicidade, está a ser utilizado em 41 por cento das escolas portuguesas, foi hoje anunciado. Porto, 07 abr (Lusa)

 
     
     
 

 O programa gratuito Media Smart, que visa ensinar crianças dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico a descodificar a publicidade, está a ser utilizado em 41 por cento das escolas portuguesas, foi hoje anunciado.

Luísa Agante, docente do IPAM - The Marketing School, afirmou que esta percentagem é já muito representativa, uma vez que "os professores estão já cheio de projetos".

O programa, acrescentou, "é uma iniciativa dos anunciantes que faz com que as crianças percebam que a publicidade não acontece por acaso".

Lançado em Portugal em 2008, este programa de literacia sobre a publicidade nos diversos meios de comunicação social fornece materiais educativos às escolas para que os professores possam ensinar as crianças a pensar de forma crítica sobre a publicidade no contexto das suas vidas diárias.

Segundo Luísa Agante, que falava no âmbito do 6.º Seminário de Marketing Infantil, a decorrer hoje no Porto, é preciso ter em conta que, de acordo com estudos, "aos sete anos, as crianças já influenciam direta ou indiretamente 70 por cento das compras para o lar".

Ciente que as crianças "têm dinheiro para gastar, influenciam nas compras e são futuros consumidores, as empresas apostam na publicidade, através da promoção de eventos, divulgação dos produtos na televisão e Internet", acrescentou.

O Media Smart é patrocinado pela indústria e apoiado pelos ministérios da Saúde e Educação, cabendo a cada uma das escolas a decisão de o usar ou não.

O especialista britânico em educação para os media David Buckingham afirmou não ter dúvidas que, aos sete anos, as crianças percebem que a publicidade na televisão tem fins comerciais, mas essa perceção da realidade já não acontece quando estão num jogo online, por exemplo.

Distinguir factos de ficção, identificar e apreciar diferentes níveis de realismo, compreender melhor os mecanismos de produção e distribuição dos filmes de televisão, jogos, websites e filmes, bem como avaliar as mensagens comerciais dentro de programas são algumas das aptidões deste Smart Media.

JAP.

 
     
     
 

41% das Escolas educa para a publicidade

Notícia "Jornal de Negócios" - O Programa gratuito Media Smart, que visa ensinar crianças dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico a descodificar a publicidade está a ser utilizado em 41% das escolas portuguesas

 
     
     
 

O Programa gratuito Media Smart, que visa ensinar crianças dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico a descodificar a publicidade, está a ser utilizado em 41% das escolas portuguesas, foi ontem anunciado. Luísa Agante, docente do IPAM - The Marketing School, afirmou que esta percentagem é já muito representativa uma vez que "os professores estão já cheios de projectos". O programa, acrescentou, "é uma iniciativa dos anunciantes que faz com que as crianças percebam que a publicidade não acontece por acaso".

Lançado em Portugal em 2008, este programa de literacia sobre a publicidade nos diversos meios de comunicação social forbnece materiais educativos às escolas para que os professores possam ensinar as crianças a pensar de forma crítica sobre a publicidade.

 
     
     
 

Seminário de Marketing Infantil - 41 por cento das escolas ajudam crianças a descodificar publicidade

Notícia "Meios & Publicidade" - O programa gratuito Media Smart, que visa ensinar crianças dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico a descodificar a publicidade, está a ser utilizado em 41 por cento das escolas portuguesas, foi hoje anunciado. Luísa Agante, docente do IPAM – The Marketing School, afirmou que esta percentagem é já muito representativa, uma vez que “os professores estão já cheio de projectos”. O programa, acrescentou, “é uma iniciativa dos anunciantes que faz com que as crianças percebam que a publicidade não acontece por acaso”.

 
     
     
 

 

O programa gratuito Media Smart, que visa ensinar crianças dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico a descodificar a publicidade, está a ser utilizado em 41 por cento das escolas portuguesas, foi hoje anunciado. Luísa Agante, docente do IPAM - The Marketing School, afirmou que esta percentagem é já muito representativa, uma vez que "os professores estão já cheio de projectos". O programa, acrescentou, "é uma iniciativa dos anunciantes que faz com que as crianças percebam que a publicidade não acontece por acaso".

Lançado em Portugal em 2008, este programa de literacia sobre a publicidade nos diversos meios de comunicação social fornece materiais educativos às escolas para que os professores possam ensinar as crianças a pensar de forma crítica sobre a publicidade no contexto das suas vidas diárias. Segundo Luísa Agante, que falava no âmbito do 6.º Seminário de Marketing Infantil, a decorrer hoje no Porto, é preciso ter em conta que, de acordo com estudos, "aos sete anos, as crianças já influenciam directa ou indirectamente 70 por cento das compras para o lar".

Ciente que as crianças "têm dinheiro para gastar, influenciam nas compras e são futuros consumidores, as empresas apostam na publicidade, através da promoção de eventos, divulgação dos produtos na televisão e Internet", acrescentou.

O Media Smart é patrocinado pela indústria e apoiado pelos Ministérios da Saúde e Educação, cabendo a cada uma das escolas a decisão de o usar ou não.

O especialista britânico em educação para os media David Buckingham afirmou não ter dúvidas que, aos sete anos, as crianças percebem que a publicidade na televisão tem fins comerciais, mas essa percepção da realidade já não acontece quando estão num jogo online, por exemplo. Distinguir factos de ficção, identificar e apreciar diferentes níveis de realismo, compreender melhor os mecanismos de produção e distribuição dos filmes de televisão, jogos, websites e filmes, bem como avaliar as mensagens comerciais dentro de programas são algumas das aptidões deste Smart Media.

 
     
     
 

Media smart em Congresso de Nacional sobre Literacia e Media

O programa Media Smart vai estar representado no 1.º Congresso Nacional “Literacia, Media e Cidadania”, que tem lugar a 25 e 26 de Março na Universidade do Minho. Assumindo-se como o único programa do país de literacia para a publicidade nos diferentes media, o Media Smart cumpre agora três anos em Portugal e está já presente em 41 por cento das escolas nacionais do 1.º e 2.º ciclos.

 
     
     
 
 
     
 

Implementação da televisão digital terrestre (TDT) em Portugal

 
     
 

"Media Smart lança concurso nas escolas" Noticia Blog educação para os Mídia

Mais mais de cinco mil escolas do 1º e 2º ciclos foram convidadas pelo programa Media Smart a realizar campanhas publicitárias sobre a vida das instituições que frequentam. Os do 1.º ciclo prepararão uma campanha de promoção da escola junto da comunidade. Os alunos de 2.º ciclo, por sua vez, são desafiados a criar uma campanha de combate ao abandono escolar, "com destaque para o estudo e a importância da escolaridade".


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Noticia no blogspot "Midia Educação" 15.11.2010

Programa Media Smart lança concurso para alunos portugueses

 
     
     
 

Mais mais de cinco mil escolas do 1º e 2º ciclos foram convidades pelo programa Media Smart a realizar campanhas publicitárias sobre a vida das instituições que frequentam. Os do 1.º ciclo prepararão uma campanha de promoção da escola junto da comunidade. Os alunos de 2.º ciclo, por sua vez, são desafiados a criar uma campanha de combate ao abandono escolar, "com destaque para o estudo e a importância da escolaridade".
Depois de ter sensibilizado os alunos para o universo dos anúnicos, o programa pretende agora pô-los a produzir. Em Junho do ano que vem serão conhecidas as escolas premiadas.

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